Sobre a vida diária

Muito se fala sobre a alienação…

“Alienação nas Ciências sociais, é um conceito que designa indivíduos que estão alheios a si próprios ou a outrem tornando-se escravos de atividades ou instituições humanas, devido às questões econômicas, sociais ou ideológicas”. – Wikipédia.

Muito se fala na alienação parental, alienação da mídia e você pode dizer: não sou um ser alienável. Mas há muito mais que isso…

E manipulável?

“A manipulação psicológica é um tipo de influência social que visa mudar o comportamento ou a percepção dos outros por meio de táticas indiretas, enganosas ou dissimuladas. Ao promover os interesses do manipulador, muitas vezes à custa de outro, tais métodos podem ser considerados exploratórios e desonestos”. – Wikipédia

A manipulação psicológica é qualquer ação intencional que influencia a pessoa à crença ou comportamento, causando mudanças nos processos mentais que vão além do despertar da compreensão.

“Para Ruth Faden e Tom Beauchamp, a manipulação psicológica como uma forma de influência é contrária à persuasão: a persuasão melhora a compreensão de alguém sobre sua situação, mas a manipulação não. Faden e Beauchamp consideram a manipulação psicológica como “um título amplo”, incluindo “estratégias tão diversas como a sugestão subliminar, a adulação e outros apelos às fraquezas emocionais, como a indução de sentimentos de culpa ou de obrigação” – Wikipédia

Ambos não acontecem somente psicologicamente. Pois é, ambos são amigos íntimos… Nojentos por sinal. Usa-se poder, boas obras ou ações, dinheiro, corpo, lábios, etc. (isso em todos os ramos da vida). É nojento fazer e você falar que não é manipulável ou alienável? Talvez seja necessário olhar para dentro de si e de sua vida e pensar em quantas atitudes tomou em virtude de algo que alguém lhe falou (agindo de má fé) e você foi lá, como um robô e fez tudo o que “foi mandado”.

Os anos irão passar e o aprendizado virá, e inevitavelmente você perceberá o quão (###%%%) foi, talvez ainda reste tempo para pedir perdão ou reverter a ação, talvez não. As consequências virão e quem sabe, outra pessoa foi destruída… E daí, o que eu tenho a ver com isso? Ganhei? Isso que importa… (esse é seu coração, seu caráter). Infelizmente pessoas com algum tipo de autoridade, em que o poder “sobe pela cabeça” precisam vigiar, pois podem se tornar esses agressores.

Alguns se permitem tais coisas porque sentem-se importantes. Vale lembrar que tais atos são crimes. Por que escrevo isso? Porque precisamos diariamente observar nossas atitudes, observar se somos esses agressores ou os agredidos. Não sermos ignorantes e aceitarmos tudo como “vacas de presépio”, porque tudo é por uma “boa causa”.

Já diz o ditado: “de boas intenções o inferno está cheio”. Se os fins justificam os meios, logo que você não seja mais necessário seu destino é o lixo. Mentira que querem que acreditemos. Sejamos mentes abertas e dispostas a buscar a verdade sempre. E também reconhecer e procurar reparar nossos erros.

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